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Sexta-feira, 23 de Maio de 2008
Hábitos de banho

Todos nós tomamos banho, uns mais do que outros. Umas casas de banho são maiores e outras mais pequenas. A nossa é média, de acordo com o que já vi lá em casa, conseguimos meter 5 a 6 pessoas nessa área da casa. Quase que parece que montamos a sala de estar na casa de banho para enfiar lá tanta gente, mas não, também não tentámos fazer nenhuma estatística para ver qual a capacidade máxima para um recorde do Guiness. Simplesmente quando o meu filho (com 2 anos) toma banho, os pais gostam de estar um pouco na diversão com ele na sua banheira própria para bébés e uma coisa é mostrarmos aos avós o prazer imenso que o bébé tem em brincar com a água e outra coisa é aquilo parecer uma sala de cinema com o pessoal todo a circular dentro da casa de banho cada vez que damos banho ao jovem, só falta o “portas” a cobrar bilhete para vermos um bébé a deitar a água toda por fora e os pais a stressarem por não terem um momento de privacidade com o seu filho para brincarem com ele enquanto toma banho. Ora, esta história, centra-se concretamente no facto de a banheira grande (e não a do bébé) , não ter qualquer tipo de protecção quando se toma banho (apesar de termos a nossa privacidade) logo o que acontece é que quando estamos a tomar banho, o chão fica a parecer uma piscina por causa dos salpicos e por mais cuidado que se tenha, é impossivel evitar molhar o chão e um armário que lá está perto. Logo aparece a minha querida sogra a mandar vir com a sua filha, porque o armário apodrece com a água. O que eu penso é que o armário apodrece de qualquer maneira, quanto mais não seja pelo simples facto do armário levar com os vapores da água quente e da humidade que se mantém no ar após o banho. Após esta possessa reclamação (e digo possessa, porque fica logo a deitar mostarda pelos cabelos) resolvi expor a ideia de pormos um varão com uma cortina, o que se formos a ver na prática, resolve o problema de fazermos uma piscina. O meu trauma após lhe falar na ideia, não foi ela pensar que tinhamos que esburacar as paredes (o que lhe foi dito que não seria necessário), mas foi sim, o facto de lhe explicar que quando formos tomar banho, é só necessário correr a cortina “et voilá”, as pingas de água, não fogem para fora da banheira solucionando assim o grave problema. Sim e passo a explicar o porquê do trauma, eis que após uma elaborada explicação tal e qual uma aula dada pelo famoso MacGyver, um dos nossos heróis de infância, levo com uma observação fulminante, que me deixa sem hipótese de reacção... eis que ela me diz que se pusermos lá o varão com a cortina, ela não o usa, porque se sente claustrofobica e sente presa e que sente isto e aquilo e qualquer outra coisa sem lógica. Bom... depois de eu ter ficado irritado por dentro, respondi-lhe calmamente que existem hábitos de banho que não se podem mudar, além de que ela dizia que não ficava bem esteticamente na casa de banho e que isto eram modernices a que não se habituava. Acabou-se por anular uma ideia perfeitamente simples para eu me manter no tempo da pedra a tomar banho de cócoras para tentar não traumatizar a sogra, com a possivel piscina que se podia fazer com meia dúzia de salpicos.

publicado por Aires às 14:59
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